Programa Completo

Sexta feira, 29 de Julho


10h00 – Abertura do Evento.

Recepção e credenciação dos convidados e participantes no Palácio da Brejoeira.

10h30 Alvarinho de Boas-vindas.

Discursos Oficiais

Entrega dos prémios do Concurso de Imagem – Icone.

Performance – Apresentação do Livro de Poesia – Noente Paradise – (Ugia Pedreira, autora, cantora e compositora; Raquel Miragaia, escritora galega e editora; Marina Oural, rapsoda).

11h40 Visita guiada ao Palácio da Brejoeira.

13h20Almoço – Restaurante Solar do Luís, Monção.

16h00 Intervenções – Temática: A Lusofonia – uma realidade em construção permanente.

Moderador: Dr. André Heráclio do Rêgo (Assessor de Cultura da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa- CPLP).

Ernesto Pedreira Rodrigues Português – Historiador português. Frequência do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga (1972-1975). É licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1979), tem o Mestrado em Educação – especialização em História da Educação e da Pedagogia – pela Universidade do Minho (1997) e o Doutorando no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa

José Luís Dopico Orjais (Musicólogo) – Apresentação Musicada de Cantos Lusófonos, Cancioneiro galego-português-brasileiro.

 

Carlos Quiroga – Escritor galego e professor de literaturas lusófonas na Universidade de Santiago de Compostela, membro da direção da Associação de Escritores em Língua Galega. Diretor da revista Agália durante um amplo período, e também da revista de arte e cultura o Máximo. Foi o primeiro professor de Português em Escola Oficial de Idiomas na Galiza, antes de trabalhar na Universidade.

 

José Carlos Vasconcelos – Jornalista e advogado português. Foi dirigente da Associação Académica de Coimbra e do Sindicato dos Jornalistas e deputado à Assembleia da República eleito pelo extinto Partido Renovador Democrático, de que foi um dos fundadores. Foi diretor-adjunto do Diário de Notícias e um dos fundadores do semanário O Jornal, de que veio a ser diretor. Atualmente pertence à direção editorial da revista Visão e é diretor do Jornal de Letras.

Fernanda Angius – Licenciada em Filologia Românica. Foi cofundadora da AMOLP (Associação Moçambicana de Língua Portuguesa) colaborando na elaboração e redação do seu Boletim. Atualmente, ensina Literaturas Africanas Escritas em Português na Universidade Sénior dos Rotary de Viseu. Autora do livro sobre Mia Couto, “O Desadormecer da Palavra”. Tem em elaboração um livro acerca de um manuscrito em língua nhungwe, do Seculo XIX.

Amilcar Bettega – nasceu em São Gabriel, no Brasil. Escritor e tradutor, é autor dos livros O voo da trapezista, Deixe o quarto como está e Os lados do círculo. Seus contos estão publicados em várias antologias e revistas no Brasil e em países como França, Itália, Suécia, e Luxemburgo. Os lados do círculo recebeu o prêmio Portugal Telecom de Literatura em 2005 e também está publicado em Portugal e Espanha.

Tony Tcheka – Poeta e jornalista guineense é um dos fundadores da União Nacional de Artistas e Escritores da Guiné-Bissau. Durante três anos foi funcionário da UNICEF para Comunicação Social e Advocacy e pertenceu à Comissão Nacional da UNESCO. Hoje é colunista da revista LUSOGRAFIAS, comentador da RTP, freelancer, funções que acumula com as de consultor para projectos de desenvolvimento e formador de jornalistas.

17h30 – Debate.

 

18h30 – Apresentação do Projeto “Retorno a Casa” de Patricia Oliveira. Parte-se do mundo columbófilo como meio e das relações interpessoais como matéria de escultura. Que lugar físico , espiritual ou emocional é esse a que chamamos “Casa”.Palácio da Brejoeira é o território de implementação a nível processual.

 

20h00 – Jantar – Restaurante A Galiza mail’o Minho.

 

21h30 – Casa Grande – Espectáculo de Teatro / Arte Comunitária

 

Casa das Imagens – Obra do Cine Teatro João Verde.

Comédias do Minho

A criação de seis espectáculos a partir de seis espaços físicos diferentes, que sugerem a ideia de casa. A Casa como um dos pólos concentradores da vida do homem, como fonte de vida, de lembranças e devaneio. A Casa quase como um ser, uma entidade que tem coisas a contar, apesar de não ter fala. A Casa com (es)história. Dando primazia às casas de família, aos familiares solares de outros tempos. Desabitadas, vazias ou devolutas. Ocupá-las, transformá-las, vivê-las como se estivéssemos lá desde sempre.

encenação Tânia Almeida

tutoria Pierre Voltz (Les Théâtrales des Jeunes en Europe)

formação Lee Beagley (Bremer Shakespeare Company)

assistência de encenação Rui Mendonça

cenário e figurinos Ana Limpinho e Maria João Castelo

luz Vasco Ferreira

interpretação Gonçalo Fonseca, Luís Filipe Silva, Lucília Raimundo, Mónica Tavares, Rui Mendonça e actores amadores do Vale do Minho e dos concelhos de Nelas e de Carregal do Sal

participação Associações culturais do Vale do Minho

Sábado, 30 de Julho

 

10h00 Temática: Relações entre literatura, as outras artes e as novas tecnologias.

Fernando Mateus (realizador, jornalista e produtor) apresenta a projeção do filme JOSÉ E PILAR | Realização de Miguel Gonçalves Mendes | Documentário com José Saramago e Pilar Del Rio | 2010 | Duração: 125 min. | Suporte: DVD

                                              

12h30 – Visita ao centro Histórico de Monção e ao Paço do Alvarinho.

                                                  

13h30Almoço – Restaurante Senhor João dos Matraquilhos, Monção.

 

16h00Intervenções.

Moderador: Santiago Veloso (Presidente da Associação Ponte… nas ondas!).

 

Apresentação do livro-disco Cores do Atlântico, um trabalho de divulgação musical sobre as cantigas de amigo que oferece uma nova perspectiva do género mais autóctone da nossa lírica medieval, numa dupla dimensão: a interpretação teórica da catedrática holandesa Ria Lemaire Martens e a interpretação musical onde a canta-autora brasileira Socorro Lira faz uma leitura contemporânea da melodia das cantigas. Ilustrado por Quique Bordell.

 

Iolanda Gomis – Escritora galega, uma das vencedoras no Concurso Internacional de Poesia ao Vídeo (Fliporto 2010) promovido no Município de Olinda (Pernambuco-Brasil). Tem sido finalista nas últimas duas edições. Ganhou o 2º prémio no livro colectivo Travessias 2008 e o 3º prémio no livro colectivo Noturno, com o conto Scheherazade, pendente de publicação para o verão. É sócia fundadora da cooperativa Tagen Ata, especializada em formação, investigação social, consultoria Tic e serviços linguísticos.

 

Maria Antonieta Preto – Nasceu no Baixo Alentejo português. É jornalista freelancer e escritora. Tem trabalhado em revistas como DNA (do Diário de Notícias) e jornais como Tal & Qual ou 24 Horas. Em 2004 publicou Chovem Cabelos na Fotografia, livro finalista do prémio de conto da Associação Portuguesa de Autores e em 2008 A Ressurreição da Água. Tem contos publicados em jornais, revistas e antologias na Galiza, Espanha, Portugal ou México. É considerada como uma das grandes renovadoras do conto em língua portuguesa.

 

Séchu Sende – Escritor galego foi um dos fundadores do projeto editorial Letras de Cal e da cooperativa de Comunicação Tagen Ata. Em 2003 ganha o Prémio Blanco Amor com o romance Orixe. O seu livro de relatos curtos Made in Galiza (2007) obteve o Prémio Anxel Casal ao Melhor Livro do Ano, concedido pela Associação de Editores Galegos.

 

17h10 – Debate.

 

17h40 – Private Z(oo)M. Tempo de Bichos. Celebrando as 70 vidas do poeta caboverdiano Arménio Vieira (prémio Camões 2009).  Espectáculo de música, poesia e vídeo do multifacetado artista Mito Elias (Cabo Verde)

 

18h30 – Monólogo teatralizado de Quico Cadaval (dramaturgo, ator e produtor).

Local: Avenida das Tílias Palácio da Brejoeira.

 

20h00Jantar – Restaurante Pedro Macau, Monção.

 

22h00 – Concerto “Poesia nas Margens” com Aline Frazão, Fred Martins e Ugia Pedreira.

Local: Frontaria do Palácio da Brejoeira.

Domingo, 31 de Julho

 

10h00Intervenções – Temática: os movimentos Altermundistas e a sua relação com a literatura (ecologismo, feminismo, empreendedorismo social, antibelicismo…)

Moderador: João Guisan Seixas, escritor galardoado, com o I Prémio Eixo Atlântico de Textos Dramáticos, por A Tábua Ocre de Núbia (ou o Significado da Vida).

Apresentação do projeto “A Book of Books” (2011) por parte do seu autor, Filipe Garcia. Artista Plástico, licenciou-se em Escultura pela Faculdade de Belas  Artes da Universidade do Porto, mestrando em Arte e Design para o Espaço Público pela mesma instituição.

 

Luís Carlos Patraquim – Poeta, autor teatral e jornalista moçambicano. Refugiado na Suécia em 1973 regressa a Moçambique em 1975, onde vai trabalhar no jornal A Tribuna. Encerrado o jornal, integra o grupo fundador da Agência de Informação de Moçambique (AIM) sob a direcção de Mia Couto. De 1977 a 1986 trabalha no Instituto Nacional de Cinema de Moçambique (INC) como autor de roteiros e de argumentos e como redactor do jornal cinematográfico Kuxa Kanema. Colabora na imprensa moçambicana e portuguesa, em roteiros para cinema e escreve para teatro. É coordenador redactorial da revista Lusografias. É Prémio Nacional de Poesia de Moçambique (1995).

Miguel Real – Escritor português, licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa e Mestre em Estudos Portugueses pela Universidade Aberta, com uma tese sobre Eduardo Lourenço. Especialista em cultura portuguesa é, actualmente, professor de Filosofia e colaborador do Jornal de Letras, onde faz crítica literária. Da sua obra fazem parte o ensaio, o romance, o teatro e a filosofia. Tem recebido vários prémios entre os que destacam o Prémio Revelação de Ficção da APE/IPLB em 1979 (O Outro e o Mesmo) ou o Prémio Revelação de Ensaio Literário da APE/IPLB em 1995.

José Eduardo Agualusa – Escritor angolano. Estudou agronomia e silvicultura no Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa. Colaborou com o jornal português Público desde a sua fundação; na revista de domingo desse diário (Pública) assinava uma crónica quinzenal. Atualmente, escreve crónicas mensalmente para a revista portuguesa LER e semanalmente para o jornal angolano A Capital. Realiza o programa A Hora das Cigarras, sobre música e poesia africana, difundido na RDP África. É membro da União dos Escritores Angolanos. Em 2006 lançou juntamente com Conceição Lopes e Fátima Otero, a editora brasileira Língua Geral, dedicada exclusivamente a autores de língua portuguesa. A sua obra encontra-se traduzida em mais vinte idiomas. Também é autor de várias peças de teatro.

11h00 – Coffee-break.

11h20 – Trilho “A Cova da Moura”, caminhada.

Este trilho tem associado à lenda da “Cova da Moura”, mote para a intervenção teatral pela Filarmónica Milagrense (Associação Cultural Recreativa e Social) que se manifestará durante o percurso pedestre.

A Filarmónica Milagrense – Associação Cultural Recreativa e Social é uma realidade com dezassete anos. Desde a sua fundação têm desenvolvido actividades diversificadas procurando ir de encontro de diferentes públicos-alvo de forma a cativar e manter o interesse pelas tradições e, ao mesmo tempo, proporcionar a interacção entre gerações. Tem a sua sede e instalações sociais e recreativas no lugar dos Milagres, tendo sido fundada a 1 de Dezembro de 1994, sobrevivendo com o apoio da Câmara Municipal de Monção, das quotas simbólicas dos seus sócios e do voluntariado de algumas pessoas do lugar.

O teatro tem sido a actividade que mais a tem projectado, e que tem vindo a exigir cada vez mais disponibilidade de todos. Foi também o teatro que a catapultou para uma dimensão que ultrapassa em muito o âmbito de Associação de lugar de freguesia. O gosto por fazer comédias “palhaçadas” como por lá se dizia vem de longe.

13h20Almoço Pic-nic, acompanhado pelo grupo de Cavaquinhos “Os Teimosos”. Freguesia de Cambeses/ Lugar dos Milagres.

“Teimoso”: Indivíduo que teima, insiste. É assim que o dicionário define a palavra e é assim que o Grupo de Cavaquinhos “Os Teimosos” se define. Teimam em aprender a Tocar e a Cantar, Insistem em divulgar o nosso património cultural através de canções tradicionais.

16h30Intervenções

Moderadora: Lourdes Carita (Professora de Língua e Literatura reformada, colaboradora de Ponte… nas ondas)

Carlos Taibo – Politólogo de origem galega, professor titular de Ciência Política e da Administração na Universidade Autónoma de Madrid, onde também tem dirigido o programa de estudos russos do Instituto de Sociologia das Novas Tecnologias. Com uma ampla produção sobre geo-política e as transições na Europa do Leste e Oriental. É firme partidário do movimento antiglobalização, bem como do decrescimento e da democracia direta. Membro do Conselho Editorial de Sin Permiso (Sem Permissão) desde a sua fundação em 2006. Tem publicado artigos em meios como o diário Público. É autor também do ensaio Parecia Não Pisar o Chão. Treze Ensaios Sobre as Vidas de Fernando Pessoa (2010).

Iolanda Zúñiga – Escritora galega. Depois de trabalhar em diversas ocupações, no ano 2007 publica o seu primeiro livro, Vidas post-it, 46 micro relatos com temática muito diversa, mas sempre referidos a situações quotidianas universais. Em 2008 publicou o poemario Amor amém. Em 2010 obteve o prémio Xerais com o romance Periferia uma história sobre a precaridade quotidiana e a falta de oportunidades nos subúrbios de São Paulo.

Germano Almeida – Escritor de Cabo Verde. Estudou direito na Universidade Clássica de Lisboa e exerce a advocacia na ilha de São Vicente. Os seus romances traduziram-se a várias línguas. Germano Almeida também é o fundador da revista Ponto & Vírgula e do jornal Aguaviva, o mesmo que o diretor da casa editorial Ilhéu.

17h30 – Apresentação por parte de Fernando Mateus da Projeção do filme EMBARGO do realizador António ferreira. Ficção baseada num conto de José Saramago 2010. Duração: 80 min. Suporte DVD.

19h15Extemporâneo poético – Performance sono plástica de Hugo Soares e o projeto Arame.

Local: Avenida das Tílias Palácio da Brejoeira.

Extemporâneo Poético – trata-se de uma performance sono plástica que propõe uma interpretação orquestrada, por um maestro e dois músicos, através de várias linguagens e meios comunicativos, como o desenho, o gesto e a palavra em fusão com o som. Uma reflexão intuitiva e insistente no questionamento plástico da linguagem da poesia, como chave da abordagem a temas como, a fronteira, a passagem, o percurso e a memória.

 

20h15 – Lanche Bufett frio.

 

20h45 – Encerramento.

 

21h00 – Concerto João Afonso e Uxía.

Local: Frontaria do Palácio da Brejoeira.

Nota: O Art Institute de Nova Iorque, que visa promover a cultura em língua portuguesa no estrangeiro e nos Estados Unidos em particular, vai realizar um live streaming, que ligará o Palácio da Brejoeira em Monção a Nova Iorque, possibilitando a acessecibilidade ao evento a um enorme número de espetadores por todo o mundo.

Para o efeito, vai-se transmitir ao vivo algumas das intervenções dos participantes e mesmo entrevistas para ficarem disponíveis on-line no site do Art Institute (www.arteinstitute.org).

 

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