Monólogo teatralizado de Quico Cadaval

Quico Cadaval, nado em Ribeira em 1960, é um actor, director, produtor, adaptador teatral e o impulsor do movimento de contacontos surgido na Galiza na década dos noventa.

Aprendeu a contar contos desde muito criança graças a umas velhas que se encarregaram de transmitir-lhe histórias, e também graças à pessoas, da mais variada índole, que passavam pela taberna de sua mãe. Começou na interpretação teatral a finais dos setenta no Centro Dramático Galego, e já nos oitenta fundou a sua própria companhia: “O Moucho Clerc”. Trabalhou em diferentes produções da TVG, assim como em curta-metragens e longa-metragens, e recebeu diferentes prêmios pelo seu trabalho no teatro. Foi professor de interpretação da Operação Triunfo portuguesa no ano 2003.

Trabalhos

Matías, juez de línea (1995). Actor.

Cabeza de boi (1996). Actor.

Apaga a luz (1999). Guionista.

A rosa de pedra (1999). Actor.

Entre bateas (2001). Actor.

A miña sogra e mais eu (2004). Direcção.

As dunas (2009). Direcção do texto dramático de Manuel Lourenzo para o CDG.

Shakespeare para ignorantes. Direcção e interpretação (junto a Mofa e Befa) de peça teatral.

Um cranio furado (2010). Direcção do texto dramático de Martin McDonagh.

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